terça-feira, 1 de abril de 2008

A POÉTICA DE JOSÉ INÁCIO VIEIRA DE MELO

Antonia Torreão Herrera


A Infância do Centauro é o quarto livro de poesias de José Inácio Vieira de Melo* que constrói seu lugar na lírica de língua portuguesa. José Inácio é um poeta que oferece ao público os momentos poéticos nas diversas fragmentações do eu lírico e nas imagens do mundo construídas no poema. Numa dicção própria, vem se afirmando mais uma voz lírica da contemporaneidade. Na lírica moderna aparentemente não há modelo a seguir, o que leva a se buscar referenciais nas poéticas consagradas para situar o novo poeta ou para avançar na realização artística. Todavia, há pontos de convergências que marcam as conquistas e as estratégias da lírica no mundo moderno, desde Baudelaire, que funcionam como diretrizes para a liberdade criadora da poesia. O que à primeira vista aparece como facilidade não se dá, contudo, como fácil, pois que, para se conseguir um ritmo próprio, no meio das dissonâncias e versos livres já tão explorados, o poeta tem que apurar o ouvido e caçar as palavras, pois há sempre um outro ouvido a perceber o eco de um ou de outro poeta. E é natural que assim seja. Não procuro, portanto, outras vozes, mas o timbre em que eu possa identificar a poética de José Inácio Vieira de Melo.
Percorrendo seus poemas, em seus livros éditos, até esses de A Infância do Centauro, recém-editado, posso ler a trajetória dos registros de um eu lírico que se produz nas escolhas lingüísticas, nas construções de imagens, nos motivos recorrentes, no modo como se apropria dos temas de sempre da lírica: o homem, a terra, a natureza, o outro, a vida e a morte.
O poeta lírico é aquele que canta – e digo canta porque esse lugar comum da fala é muito significativo de como as palavras soam dentro do poeta – canta um tempo, um espaço ou a convergência dessas duas dimensões: o momento, seja pessoal ou não, vivido ou imaginado, inventado, despertado por uma leitura, por uma contemplação, por uma dor ou por uma alegria, enfim pela sua interlocução com a vida, no modo como ele a sente. É também lugar comum falar do sentimento poético, do modo de ver, sentir, perceber esses momentos.
O halo poético está nas coisas, no mundo, nos momentos ou são acrescidos a eles pela forma poética construída que permite ao leitor perceber aquilo que, sem esse intermédio, não era visível? A poesia está nas coisas e o poeta a traduz em imagens poéticas, está na percepção do poeta que percebe o dado comum como extraordinário e lhe confere poeticidade, ao transformá-lo em signos artísticos, ou está no leitor que lê na fatura artística, mediante conexões e percepções de sentidos, a poesia das imagens? E ainda, quando se diz momento poético, é o momento vivido no ato, no fato ou o vivido no processo, no ato de criar?
O leitor entra no reino poético mediante a leitura de poemas que fazem vibrar em seu corpo o momento poético apreendido. O poeta vive no universo da poesia ou nele penetra no ato de construção?

O que faz José Inácio em sua poesia, o que constitui sua poética e como ele vive sua poesia? Primeiramente, o que já foi dito. Sua poesia está umbilicalmente ligada ao povoado de seu nascimento: Olho d’Água do Pai Mané. Seu universo poético torna presente as algarobeiras, os mandacarus, o vaqueiro, o gado, o cavalo, os elementos telúricos de sua vivência, do homem e sua terra, o campo, a tradição popular. Depois a necessidade intrínseca do indivíduo José Inácio de fazer poesia para se situar no mundo, para dar sentido à sua vida. O filão existencial, a angústia do homem urbano, sem fé, sem finalidade, arranhando as palavras em busca de si: “Vivo a buscar o signo que me presentifique, / que, uma vez enunciado, seja por si. / Estou exausto de ser uma representação” (Encruzilhada). Nesse entrecruzamento, tentarei delinear os dois filões subterrâneos que alimentam suas construções poéticas e dão o tom de sua dicção: o da materialidade sensual, carnal e da transcendência mística, numa confluência de valores que não se conflituam, mas que se unem harmoniosamente em imagens. Exemplo dessa convergência é: “Tem um bicho dentro de mim que quer / pular para fora de tudo e ser aurora”. (Encruzilhada)
Assim, poesia para José Inácio é como o ar que ele respira. Seu olhar é um olhar interessado. Do que se vive, pode-se recortar a poesia. Trata-se também de um homem de livros, sempre pronto a ler, ouvir e dizer os versos do outro. É um ser empenhado nos trânsitos da lírica, em sua veiculação. O poeta põe sua poesia em marcha e torna viável o seu circuito. Do campo para a cidade, da cidade para o campo: os dois pólos de seu poetar.
Poesia é feita com palavras e nos situamos no mundo por intermédio dessa simbolização ímpar que nos constitui como ser humano: a linguagem, nossa ponte com o fora, com o real, com a natureza. As palavras, todavia, arrastam com ela uma história, uma cultura, configurações e condicionamentos, falam em nós mais do que as falamos. A utopia poética é nos apoderarmos das palavras para representar os momentos e consagrá-los em formas que os perenize. E é no paradoxo de torná-los impessoais que o poeta os faz tão intensamente sentidos nas imagens que os evocam.
Duas palavras retiradas da poesia de José Inácio podem ser suficientes para definir o que articulei acima. Estou focalizando o livro A infância do Centauro, no entanto elas já percorrem os livros anteriores. A primeira é centauro e as imagens decorrentes dessa palavra-símbolo e a segunda escarlate, adjetivo que se torna substantivo, no sentido de substancial quando cria em torno dela uma esfera reverberativa de significações relacionadas à primeira. Os fragmentos do mundo são organizados liricamente em torno das reverberações dessas duas palavras. O centauro escarlate remete de imediato para o sujeito lírico que simboliza com essa imagem seu estatuto poético. De imagem-símbolo ela passa a objeto emblemático, que circunscreve a natureza do eu lírico que se delineia ao longo da produção poética de José Inácio. Há todavia seu contraponto que se manifesta nas inflexões contemplativas e transcendentais. O sujeito lírico representado pelo centauro escarlate canta euforicamente a vida e suas manifestações de modo laudatório, num ritmo de descoberta dos mistérios das coisas nas palavras e vice versa das palavras nas coisas. É o movimento poético de recuperar a corporalidade da linguagem, criando palavra para um objeto inexistente.

O centauro como emblemático do sujeito poético reúne os traços míticos, clássico, anacrônico, que estabelece liame entre o sujeito biográfico proveniente do sertão de Alagoas com o sujeito construído pelo leitor-escritor que se institui como poeta e como tal com referências mitológicas, literárias, citadinas. A identificação com o cavalo, suporte de uma caracterização local, forte elemento temático da poesia de José Inácio, dá concretude espacial e temporal ao universo poético construído pelo poeta e remete para as origens que dão consistência à sua experiência de vida, seus recortes, suas vivências, sua infância. Esse eu poético será, pois, atravessado por imagens de cavalos e éguas, vacas e pastos, os seres moventes que caracterizam o espaço-tempo de sua infância, de seu presente. A simbiose que faz com o ser mítico do poeta e com o ser humano que nele se incorpora dinamiza a palavra-imagem centauro para um espaço-tempo atual, resgatando-o da referencialidade apenas literária, mitológica, aprisionada a uma cultura clássica e ao reino da fantasia. Humanizando o centauro na metade homem que lhe cabe como correlato do poeta e tornando viável sua metade cavalo, pondo-o em contato com cavalos e éguas de uma referencialidade concreta, conquanto que poética, mas sempre delineada numa zona de experiência vivida, o centauro ganha uma dimensão particular, pessoal e dá feição singularizada ao poeta.
O título do poema que abre o livro, Centauro Escarlate, define, pois, de imediato um perfil desse sujeito poético que quer “galopar, galopar, galopar”. Diz, mediante a metáfora do centauro do ser incerto do poeta: humano, de instinto animal, metafísico, mítico, homem desejante e criança fantasiosa. Escarlate remete à sinonímia vermelho que por associação sugere fogo, presente na palavra ígneo e conseqüentemente no nome Inácio. O sujeito biográfico se reescreve no sujeito poético, fazendo convergirem nessas duas palavras os motivos recorrentes de sua poética. A idéia de estrela vinculada à constelação austral, cuja estrela mais brilhante é Alfa do Centauro, consolida a imagem emblemática do sujeito poético na figura do centauro. Do mais concreto ao mais abstrato, do físico ao metafísico, o sujeito lírico percorre, ao longo de seus poemas, a zona das sensações, do erotismo, dos desejos de um ser inquieto por viver com o ímpeto e o vigor de um cavalo, arrefecido pelo verniz literário que o transforma em centauro, cavalo humanizado, domado, a refrear seus ímpetos e sensualidade e a viagem pelo espaço-tempo do universo, da existência, na imaginação presente na infância e mantida no homem pela mágica da poesia. Assim como esta expresso no poema Oração de um grávido do livro Decifração de Abismos: “Que o meu filho / quando olhar para uma / estrela / não veja apenas uma / estrela”.
O centauro que equivale a cavalo e a montaria que o conduz em suas buscas e em seu ato de decifrar o mundo faz parte também do enigma que é o próprio poeta, responde por sua materialidade e transcendência: “E quando for noite alta / e os acordes de uma aquarela / luzirem dentro de teu espírito, / deixa o centauro que habita em ti / galopar, galopar, galopar / e transcender a ti e as tuas explicações.” (Centauro Escarlate). A imagem da estrela está sugerida nos verbos luzir e transcender e no substantivo noite. O centauro que habita equivale à imagem do verso: “dos cavalos que trago dentro de mim.” do poema dedicado a uma égua que morreu, Epitáfio para Guinevere, migrado do livro Decifração de Abismos. No poema que dá nome ao livro: A infância do Centauro, o poeta se auto-define, definindo assim a sua poética: “Sou um centauro escarlate / e galopar na infância / é a minha metafísica.”, reunindo nessa estrofe os motivos de seu fazer poético: infância relacionada à retorno às origens e a valores ancestrais arraigados no campo, nos códigos do sertão com signos materiais da lide dos homem com a terra e os animais, e centauro, como já visto, liame para os dois, contendo em si o imaginário infantil e a força erótica, no sentido de força vital do homem-cavalo.

O poema Harém representa uma formatação mais significativa das imagens que identificam esse sujeito lírico às forças provenientes do lado animal do centauro: “Vinde, minhas éguas, vosso faraó vos espera! / Puxem meu carro de fogo pelos céus dos êxtases, / harmonizem vossas forças e me conduzam, / em galope soberano, pelos reinos dos encantos. Vinde, minhas éguas, luzindo na imensidão! / No ritmo de vossas ancas é que se inaugura / a saga do meu império e os nomes do meu nome: / Cavaleiro de Fogo, Centauro Escarlate.” Atente-se para a mistura de elementos sensuais, carnais, e espirituais, transcendentes, tais como harém, éguas, meu carro de fogo, galope, ancas com céus dos êxtases, reinos dos encantos, luzindo. O poema finaliza atribuindo os nomes que definem o sujeito poético, nomes-títulos de poemas, sujeito assim configurado também como ser de palavras. Em Ladrona de cavalo surge a mesma temática dos desejos remetidos para a esfera do animal, associado, a desejo sensual e à perda do objeto de desejo. Em Cavaleiro de Fogo, poema trazido de A Terceira Romaria, as imagens do eu lírico são construídas em torno do elemento fogo, semanticamente presente em: escarlate, filho do sol, verbo incandescente, fogueira encarnada, rubi no coração, labaredas do sertão, ígneo, Inácio, motivando as metáforas disseminadas em seus poemas. A idéia de boneco de barro que remete à Origem, “cozido nas labaredas do sertão” contrapõe a materialidade à espiritualidade, no contraponto: “recebo o batismo da estrela rainha”. Ao final do poema, ‘um pássaro de prata, / prenhe de encantos e de signos,” vem saudar o auto-nomeado; “cavaleiro, corcel e dragão.” Esse o ser mitológico, múltiplo que recolhe signos para encontrar sua identidade. No poema Encruzilhada, há um verso significativo dentro dessa esfera semântica: “Ah se eu fosse o sol não arderia tanto!”
É interessante notar em Cavaleiro de Fogo e em outros poemas de José Inácio Vieira de Melo que há sempre um elemento arrefecedor que freia os impulsos instintivos desse sujeito cavalo-fogo-dragão-macho, freio simbolizado aqui pela água, pelo pássaro prateado, uma cor fria, e pela estrela. À ação de cavalgar, levado pelo vento, justapõe-se à contemplação das estrelas. Não há em sua poesia um elemento transgressor ou uma revolta da criatura contra o criador. Trata-se de uma poesia solar, não disfórica que ganha dimensão de consagração e conclama à vida, à força da vida. O poema Marcação delineia, pois, a esfera desse sujeito que se insere de modo relativamente harmonioso no universo, tocado, certamente pela angústia de dizer ante a insuficiência da linguagem e o sentimento do mundo: “Um matuto sem eira nem beira, / labutando com palavras, / vaquejando boiadas de signos / por caatingas labirínticas / numa peleja sem fim. Invoca o gado invisível / numa toada aflita, / e grafa com pena e tinta / aquilo que a poesia marca, / a ferro e fogo, em sua alma.”. A linguagem do poema organiza os elementos sonoros, rítmicos e imagéticos circunscrevendo a figura do poeta e do seu fazer poético.
Um outro motivo primacial associado à esfera semântica da infância são os poemas dedicados aos filhos, de onde emerge a figura do pai, amoroso, e que louva a vida que viceja em seus descendentes e os conduz ao reino da poesia, da imaginação. Pai que sustenta, com responsabilidade, os valores de sentimento paterno e filial oriundos do sertão de Alagoas. Nessa perspectiva, a poesia de José Inácio é uma poesia de resgate desse universo vivenciado na infância e consagrado na lírica.

O poeta vive, pois, duplamente a poesia: vivencia no seu modo de sentir e perceber a vida e na sua lide com as palavras, no ato de fazer, no qual inventa, falseia, aproxima coisas e momentos díspares para, num esforço de artista, obter o efeito que nos encanta. O efeito, o artefato, a fatura artística é produto do trabalho e da inspiração, das palavras que cada um tem como seu tesouro pessoal, lidas, ouvidas, e que estabeleceram consigo próprio um liame, uma ressonância e que o definem, o constituem: como homem, no território do falante ou do escrevente, do ser poético no território da poesia, da escrita. E com elas um ritmo, um tom, um som, a presença afetiva do eu lírico. No conjunto de poemas de A infância do Centauro há uma busca incessante de si, de se reconhecer como enigma, de se estabelecer como poeta e fundamentalmente de construir seu imaginário poético, ligando o céu e a terra, o lá e o cá, o sertão e a cidade, a infância e a idade adulta nos signos poéticos, ao modo como está dito, simplesmente, em Cerca de pedra, presente nesse novo livro, todavia poema do livro A Terceira Romaria: “Aqui, na Cerca de Pedra, / nesta noite caatingueira, / estou em silêncio, ouvindo / o silêncio das estrelas.”
Quero concluir este breve ensaio, retomando o aspecto solar da poesia de José Inácio, citando um excelente poema-homenagem que sendo um epitáfio traz, todavia, a cor da vida, a cor local do sertão, a vitalidade e o movimento do seu duplo, o vaqueiro: “Os vaqueiros de todos os tempos / te recebem e te consagram / do outro lado do Grande Sertão. Os vaqueiros de todos os ventos, / montados no Relâmpago e no Trovão, / marcam tua saga no couro do Tempo. E a chuva também quer falar de ti / e abóia teu nome nas telhas da noite / e inscreve tua alegria na paisagem.” (Epitáfio para um vaqueiro).
A interlocução com o Grande Sertão: veredas de João Guimarães Rosa abre uma clareira no poema que expande os signos na vastidão do sertão. A imagem couro do tempo é de um achado primoroso porque consegue realizar o princípio mesmo da linguagem do poema em seu arranjo lírico, poético, operando a superposição da seleção na combinação, nas duas vertentes estruturantes da língua, a similaridade e a contigüidade, conforme já nos ensinou Jakobson. Trata-se do discurso alógico e inventivo da poesia que aponta para uma lógica própria na dimensão paradoxal das imagens. O tempo, no qual se registra a saga do vaqueiro, ganha na horizontalidade sintática um elemento de natureza similar ao cotidiano do vaqueiro, couro, que confere intimidade e teto, materialidade, a um elemento abstrato e absoluto perante a contingencialidade humana, o tempo.
O poeta, ele mesmo, é primeiro que tudo um leitor, um bom leitor, que pode ler a poesia que está nos poemas ou fora deles e dar forma à sua leitura. Esse dar forma significa também nomear o momento, o sentimento, o observado, recorrendo à esfera do imagético, à riqueza inusitada das metáforas, aparentemente desorganizando a estrutura da língua para reorganizá-la em uma estrutura mais coesa, que comunique o mais que se lhe oferece poeticamente. Desse modo, o poema é um suplemento que se oferece ao real ao representá-lo e também um suplemento de nomeação que se oferta à língua. Ambos um acréscimo, um mais que dignifica a busca do homem na decifração dos signos da vida, da linguagem, do mundo e de si. A infância do Centauro é, pois, um mais que se acresce à nossa lírica, nos possibilitando ler os signos do sertão e do ser poético que nele se constrói.


* Os livros anteriores de José Inácio Vieira de Melo são: Códigos do Silêncio (2000), Decifração de Abismos (2002) e A terceira Romaria (2005).

Ilustrações: Juraci Dórea.

Antonia Torreão Herrera é Professora de Teoria da Literatura, Criação Literária e Literatura Dramática do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Doutora em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP).

Ensaio publicado na revista Literatura, editada por Nilto Maciel, no Ceará, na edição Nº34, em fevereiro de 2008.

7 comentários:

sérgia cristina disse...

Por trás deste perfil de Homem Cavaleiro, másculo, forte apresenta-se um Doce e Leve ser que através das tuas palavras deixa transparecer sua meiguice e sensibilidade mesmo que disfarçada entre linhas e escritas duras, diretas e objetivas. Suas palavras me transportam para os seus mais íntimos desejos e sonhos.. Sua alma consegue se apresentar clara e Pura.. completamente cristalina... Menino com dom de amor...

Zen Morbeck disse...

Saciar o desejo literário que inunda meu ser a cada leitura dos versos escritos por Inácio, é um dos prazeres do qual não abro mão.
Costumo presentear amigos com livros, e a "Infância do Centauro" tem sido um dos mais usuais para esse fim.
Muito sucesso, amigo.
Que Deus te abençoe sempre.
Abçs da amiga
Zen Morbeck

Goulart Gomes disse...

Muito bem, Zezinho! Demorou mais saiu o blog! Grato pelo link para meu sítio!

Fulana Miranda disse...

Que bom poder ver seus textos nessa beleza estranha dos blogs!!

Saudade, meu amigo!!
E vamos nessa ciranda de facas e fogo!!

Linaldo disse...

Valeu pelo blogue, José Inácio. tou dando nota em meu blogue sobre seu cavaleiro de fogo. abraços

SANDRO ORNELLAS disse...

Te recebo de braços abertos na blogsfera, caríssimo Zé Inácio.

LITA PASSOS, Salvador, Bahia, Brasil disse...

Cavaleiro de Fogo, vaqueiro bloggerano, está lindo este sertão- blog!
Saudades, beijos
Lita Passos