"Arear", "varrer terreiro". Há uma geografia das palavras? Não sei, mas para encontrá-las e trazê-las à baila, temos que vivenciá-las. Decodificá-las, apenas, é como pretender sabê-las sem ter cozido com elas. Sua poesia, caro José Inácio, entende o que são as panelas...
Honrada pela foto dela comigo, em primeiro lugar! Depois a apreciação do poema curto, enxuto e completo! Obrigada, amigo-Poeta, José Inácio Vieira de Melo
Obrigada Zé por dividir esta grande significãção do teu coração. Seu poema em uma síntese profunda, definindo a dona de casa extremosa, na pessoa da relíquia que é uma Mãe, a que mereceu ser mãe de uma pessoa como vc. Um beijo.
Ser o dono da casa e ter o terreiro bem varrido é estar no centro da consciência, preparado para vivenciar cada instante da existência sem nunca perder a ternura (sem ser guerrilheiro) e pronto para compreender o outro. Parabéns, poeta pela simplicidade do seu poema. Sua mãe demonstra ter muita força. Desejo mesmo que ela esteja nesse lugar privilegiado de ser a dona de casa, a senhora de si. Meus parabéns. Um grande abraço.
Amigo, muito lindo o poema DONA DE CASA... provocou-me lembranças e saudades... entrei na simbologia dos "terreiros bem varridos" e viajei no meu próprio terreiro com a "bassôra" de minha mãe... 3 meses de saudade, Zé, 3 meses...
"Arear", "varrer terreiro". Há uma geografia das palavras? Não sei, mas para encontrá-las e trazê-las à baila, temos que vivenciá-las. Decodificá-las, apenas, é como pretender sabê-las sem ter cozido com elas. Sua poesia, caro José Inácio, entende o que são as panelas...
ResponderExcluirO poder materno nas coisas simples da vida.
ResponderExcluirQue lindo e simples! perfeito! Querido José Inácio Vieira de Melo, que mãe não ficaria feliz! Bjs
ResponderExcluirAna Porto
Honrada pela foto dela comigo, em primeiro lugar! Depois a apreciação do poema curto, enxuto e completo! Obrigada, amigo-Poeta, José Inácio Vieira de Melo
ResponderExcluirLinda e poética homenagem.
ResponderExcluirMãe sortuda. Majestoso!
ResponderExcluirCoisa linda é a poesia embelezando cada gesto... Coisa linda é filho se enebriando da beleza dos gestos maternos...
ResponderExcluirObrigada Zé por dividir esta grande significãção do teu coração. Seu poema em uma síntese profunda, definindo a dona de casa extremosa, na pessoa da relíquia que é uma Mãe, a que mereceu ser mãe de uma pessoa como vc. Um beijo.
ResponderExcluirParabéns , emocionou-me . Consuelo.
ResponderExcluirÔ Zé Inacio, que versos lindos! Comoventes. Baita abraço, do seu admirador.
ResponderExcluirrubens
Deliciosamente merecida, ser mãe de poeta é ser revista na poesia, muito bacana, beijos extensivos aos afetos, Tê.
ResponderExcluirGostei da homenagem à Dona Inácia, figura serena que infunde respeito.
ResponderExcluirCarinhoso abraço. Astrid
Inácio, querido!
ResponderExcluirMuito linda essa sua declaração poética a sua mãe! Um abraço,
Simy
Ser o dono da casa e ter o terreiro bem varrido é estar no centro da consciência, preparado para vivenciar cada instante da existência sem nunca perder a ternura (sem ser guerrilheiro) e pronto para compreender o outro. Parabéns, poeta pela simplicidade do seu poema. Sua mãe demonstra ter muita força. Desejo mesmo que ela esteja nesse lugar privilegiado de ser a dona de casa, a senhora de si. Meus parabéns. Um grande abraço.
ResponderExcluirJosé Inácio, coloquei seu belo poema em Blocos hoje, está com chamada de capa.
ResponderExcluirAbraços,
Leila Míccolis
Amigo, muito lindo o poema DONA DE CASA... provocou-me lembranças e saudades... entrei na simbologia dos "terreiros bem varridos" e viajei no meu próprio terreiro com a "bassôra" de minha mãe... 3 meses de saudade, Zé, 3 meses...
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