"Nao é nada fácil ser juiz da própria loucura" , a loucura dos poetas que os leva a querem ser redentores do mundo com a sua poesia . Muito obrigada , José Inácio , por este belo poema muito bem dito por você Abraços.
José Inácio, lindo, lindo! "Não é nada fácil ser juiz da própria loucura" Não é fácil sermos juizes da nossa loucura e bom seria que os outros também não o pudessem ser.
Bravo, José Inácio! Belo poema."não é nada fácil ser juiz da própria loucura". E seu sotaque é delicioso, dá uma malemolência no peso das palavras ditas.
Taí um belo poeta com um trabalho intenso em prol da poesia e dos poetas. Estive com ele na Feira do Livro de Salvador e pude abraçá-lo, logo depois de uma excelente leitura. Abração Zé.
Zé, querido, gostei imensamente do poema e da forma de interpretação. À medida que o conteúdo muda, da sensualidade para uma visão mais "religiosa" (não sei bem a palavra), passa a exigir de você (o sensual por todos os poros) uma concentração diferente, não menos bonita do que a dos poemas de até então declamados por você. E está de parabéns, porque mesmo se confessando ateu, a sua forma de dizer o poema se ilumina, quando, no verso seguinte, após a confissão do ateu, você coloca uma visão das crianças (a "santidade") está aí neste momento que é muito belíssimo. Parabéns meu poeta-vaqueiro preferido.
Gostei muito do seu poema, amigo! Enquanto fala de si mesmo, cá nos espelhamos e vamos junto, sentindo como se fosse nós mesmos. Só poetas tem esse dom. Fico grata pelo presente! Grande abraço pra ti.
"Não é nada fácil ser juiz da própria loucura..." Muito forte e sábia assertiva! Deus está principalmente no sorriso do infante... posto que representa a pureza... "Vinde a mim as criancinhas,porque delas é o reino dos céus" Parabéns nobre poeta, José Inácio Vieira de Melo pelo "Exercícios Crísticos",belo poema e excelente declamação! Boas fruições poéticas!
Caro JIVM, muitíssimo grato por essa transcendental reflexão, pois não sendo "nada fácil ser juiz da sua própria locura" é sempre indiscritivelmente consolodara a possibilidade de não se estar só.
Eu vi isso desde ontem, enternecido com o seu talento, sua maestria em conjugar palavras, sentimentos e metáforas, além se seu talento em interpretar. Senti como um presente recebido em Dia de Iemanjá.
PERFEITO! PARABÉNS!
ResponderExcluir"...não é nada fácil ser juiz da própria loucura."
ResponderExcluirMuitas vezes ficamos presos aos acontecimentos e temos crises que beiram a loucura. De toda forma é uma saída.Poema muito profundo, gostei .
ResponderExcluirBelíssimo poema, belíssima voz!
ResponderExcluir"Nao é nada fácil ser juiz da própria loucura" , a loucura dos poetas que os leva a querem ser redentores do mundo com a sua poesia . Muito obrigada , José Inácio , por este belo poema muito bem dito por você Abraços.
ResponderExcluirREALMENTE NOBRE POETA , SOMOS ATEUS , GRAÇAS A DEUS.
ResponderExcluirJosé Inácio, lindo, lindo! "Não é nada fácil ser juiz da própria loucura"
ResponderExcluirNão é fácil sermos juizes da nossa loucura e bom seria que os outros também não o pudessem ser.
Excelente, performático e irretocável trabalho. Parabéns, Jose José Inácio Vieira Melo, boa tarde! Carmen Cardin
ResponderExcluirBravo, José Inácio! Belo poema."não é nada fácil ser juiz da própria loucura". E seu sotaque é delicioso, dá uma malemolência no peso das palavras ditas.
ResponderExcluirTaí um belo poeta com um trabalho intenso em prol da poesia e dos poetas. Estive com ele na Feira do Livro de Salvador e pude abraçá-lo, logo depois de uma excelente leitura. Abração Zé.
ResponderExcluir"Sou o cordeiro imolado que alimenta o delírio". Bravo!
ResponderExcluirZé, querido, gostei imensamente do poema e da forma de interpretação. À medida que o conteúdo muda, da sensualidade para uma visão mais "religiosa" (não sei bem a palavra), passa a exigir de você (o sensual por todos os poros) uma concentração diferente, não menos bonita do que a dos poemas de até então declamados por você. E está de parabéns, porque mesmo se confessando ateu, a sua forma de dizer o poema se ilumina, quando, no verso seguinte, após a confissão do ateu, você coloca uma visão das crianças (a "santidade") está aí neste momento que é muito belíssimo. Parabéns meu poeta-vaqueiro preferido.
ResponderExcluirGostei muito do seu poema, amigo! Enquanto fala de si mesmo, cá nos espelhamos e vamos junto, sentindo como se fosse nós mesmos. Só poetas tem esse dom. Fico grata pelo presente! Grande abraço pra ti.
ResponderExcluir"Não é nada fácil ser juiz da própria loucura..." Muito forte e sábia assertiva! Deus está principalmente no sorriso do infante... posto que representa a pureza... "Vinde a mim as criancinhas,porque delas é o reino dos céus" Parabéns nobre poeta, José Inácio Vieira de Melo pelo "Exercícios Crísticos",belo poema e excelente declamação! Boas fruições poéticas!
ResponderExcluirCaro JIVM, muitíssimo grato por essa transcendental reflexão, pois não sendo "nada fácil ser juiz da sua própria locura" é sempre indiscritivelmente consolodara a possibilidade de não se estar só.
ResponderExcluirJosé Inácio, meu amigo, você é fantástico, escreve com a alma... Beijinhos no seu coracao de poeta!!!
ResponderExcluirEu vi isso desde ontem, enternecido com o seu talento, sua maestria em conjugar palavras, sentimentos e metáforas, além se seu talento em interpretar. Senti como um presente recebido em Dia de Iemanjá.
ResponderExcluirUm de seus melhores!!! Quiçá o que mais me retrata... é sempre bom te ler! Bjs, querido!
ResponderExcluirJosé Inácio, achei lindo!! Amei!! Parabéns!!
ResponderExcluirSempre esplêndido, José Inácio. Me calo diante de sua fala, em sinal de deferência. Você e o verbo são incontestavelmente afinados.
ResponderExcluirUm maravilhoso poema! Assim como tosa a sua poesia. A minha preferida é « A casa dos meus quarenta anos ». Bjs
ResponderExcluirBelo trabalho com as palavras, José Inácio ... Tenho aqui em meu acervo seu livro "A terceira romaria". Muito Bom...
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